03 outubro, 2006

 

Sampa a pé




É uma delícia andar pelas ruas de São Paulo. Ainda mais na primavera. O bom é escolher um percurso que passe por prédio bonitos, cafés simpáticos, e principalmente, ruas arborizadas. Infelizmente tem que ser sem lenço nem documento, claro, e sempre de olho no retrovisor mental, para não correr o risco de ser surrupiado.



Tirando esse porém, eu ando no bairro toda semana, e às vezes tento viajar entre bairros deixando o carro na garagem. Tem exercício melhor que andar uma meia hora no sábado até aquele bom restaurante e voltar fazendo a digestão?



Esse fim de semana andei bastante. De casa até o Il Tranvia, que eu ainda não conhecia e é bem gostoso, principalmente o lugar, mas a comida também não decepciona. Pelos Jardins, onde fui votar (Padre João Manuel, Haddock Lobo, Bela Cintra, Lorena...). Por Perdizes, onde o maridão vota, nos arredores do Parque da Água Branca (confira o post sobre o parque abaixo). Semana passada andei uma boa hora entre as casinhas do Sumaré, embaixo da Dr. Arnaldo, no comecinho dela, quando ainda parece uma rua de bairro.



À pé a gente presta atenção em outras coisas. Em casas com jardins floridos, num arbusto de amoras, nas árvores grandonas, nas pessoas. São Paulo do ângulo do pedestre é muito mais interessante que a do motorista. E, melhor de tudo, não tem nem stress de trânsito nem de motorista nervoso.

Fotos do site oficial da cidade.

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